A história da B.A.S.E. começa antes do desenho da ferramenta. Ela passa pelas primeiras experiências espirituais de Igor, pelos contatos que se aprofundaram ao longo dos anos e pelo compromisso de estudar e desenvolver aquilo que recebia.
2017: os primeiros contatos conscientes
Igor situa em 2017 suas primeiras experiências conscientes com o mundo espiritual. Antes de encontrar uma linguagem para o que vivia, relata contatos com diferentes planos da realidade e experiências de aprendizado em templos astrais.
Nos trabalhos de atendimento espiritual que se seguiram, conta ter percebido a presença de seres que se apresentavam como Mestres Ascensos e de outros que, mais tarde, identificaria como Arcturianos. Essas experiências fazem parte de seu relato pessoal e da origem espiritual de seu trabalho.
2020: canalizações, estudo e Umbanda
Em janeiro de 2020, começou a receber canalizações e psicografias. Naquele ano, também iniciou seus estudos de Umbanda no T.E.U. Filhos do Vento, em Porto Alegre, onde seguiria sua formação sacerdotal, concluída em outubro de 2024.
Ao longo de 2020, aprofundou estudos, formações e iniciações em diferentes práticas energéticas e espirituais. As canalizações continuaram e, em dezembro, surgiram os contatos com seres ligados à hierarquia de Mestre Hilarion, Arcanjo Rafael e Mãe Maria.
Dezembro de 2020: o chamado para construir
No final daquele mês, uma mensagem passou a se repetir em sua mente:
“Desenvolver uma mesa do Comando Santa Esmeralda.”
Igor conta que se sentou diante do computador e abriu o Photoshop para iniciar a composição. Símbolos, geometrias, posições e conexões surgiam como percepções e imagens mentais, que eram organizadas no desenho.
Em seu relato, as informações chegavam em pacotes, sendo compreendidas aos poucos, conforme a estrutura da ferramenta tomava forma. Ele faz questão de destacar que receber essas informações não eliminou a necessidade de estudar, persistir e desenvolver o trabalho.
“A canalização foi só a porta. A prática foi o que trouxe o chão.”
Da primeira impressão ao sistema
Os primeiros atendimentos foram realizados com a ferramenta impressa em uma folha A3. Amigos foram convidados a conhecer a proposta e receber as sessões gratuitamente. Os relatos dessas pessoas e a observação dos atendimentos orientaram novas etapas de estudo e aperfeiçoamento.
Com o tempo, a ferramenta passou ao formato A2. Igor desenvolveu o gráfico de investigação, organizou comandos para situações específicas e registrou o núcleo de funcionamento do trabalho.
O nome Base Apométrica Santa Esmeralda passou a identificar esse conjunto. Para Igor, a B.A.S.E. se consolidou como um sistema, reunindo a ferramenta gráfica, a conexão espiritual e a condução do operador.
O aprendizado continua no atendimento
O estudo da radiestesia, da radiônica, da apometria e do Comando Santa Esmeralda trouxe linguagem e refinamento para informações que já vinham sendo aplicadas em sua prática.
A configuração da ferramenta também foi sendo ajustada, incluindo o uso de quartzo verde, selenita e ametista em pontos específicos. Esses elementos fazem parte das orientações e da experiência de trabalho registradas por Igor.
Conexão, clareza e conduta
Três pilares atravessam a forma como Igor apresenta o sistema: a conexão com a egrégora e as hierarquias espirituais; a clareza nos objetivos, na investigação e nos comandos; e a conduta, que envolve ética, limites, autonomia e cuidado após a sessão.
Essa história também aponta para o ensino. Compartilhar a B.A.S.E. envolve transmitir os estudos e os procedimentos, mas também cultivar a prática, o registro, a responsabilidade e a disposição para continuar aprendendo.